sábado, 22 de setembro de 2018

Favela 2, o musical


Favela 2, a gente não desiste. O musical que está agitando o Teatro Dulcina!

Um grande elenco esta dando o que falar. O espetáculo conta a história de uma favela que está prestes a ser demolida para a construção de um VLT.  Para impedir que a favela seja removida, os moradores farão de tudo para salva-lá.

Um musical maravilhoso que combina drama e comédia. Os personagens são pessoas comuns que vivem e sobrevivem nesta selva chamada Rio de Janeiro.

Teatro Dulcina. Sextas,  Sábados e Domingos. 19 horas. Não percam. Vai até o final do mês .

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Mercedez com Z


Os Melhores do Mundo estão com nova temporada no Rio de Janeiro!


O Grupo sensação do Zorra Total e do Teatro de Brasília está no espetáculo Mercedez com Z. A peça conta a história de Mercedez. Uma mãe de família que vive os dilemas da mulher recatada. Ao ligar para uma rádio do seu coração, Mercedez conta que enquanto ela dá duro para cuidar dos filhos, seu homem vive caindo em muita confusão.

O Brega e o Luxo em uma divertida comédia. A dura realidade transformada numa grande divertida brincadeira onde de repente tudo é festa! Peça Imperdível!

O texto é de Victor Leal. Atuação: Adriana Nunes e Ricardo Pipo.  Toda as quintas feiras, 20 horas no Teatro Cândido Mendes de Ipanema. 

ATENÇÃO! PROMOÇÃO A VISTA. AS 30 PESSOAS QUE CHEGAREM A PARTIR DAS 18 HORAS, VÃO GANHAR 10 REAIS. E O QUE É LEGAL: NÃO IRÃO PAGAR INGRESSO!!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Entrevista com Reimont, Candidato a Deputado Federal pelo PT



O Segundo candidato para Deputado federal a ser entrevistado pela Bauhaus Cultural é Reimont. Ele  é do Partido dos Trabalhadores (PT). Professor, bancário e teólogo, Reimont nasceu em Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, em 02/09/1961, e vive no Rio desde 1989. Iniciou a vida política em Belo Horizonte/MG. Padre da Ordem de São Francisco, sempre esteve alinhado à Teologia da Libertação. Foi pároco da Igreja dos Capuchinhos, na Tijuca/ Rio, onde hoje mora. (Estas informações foram tiradas na fanpage do candidato).

BC:     O Incêndio no Museu Nacional tem gerado grandes protestos no Rio de Janeiro e no Brasil. Alguns acusam o Reitor da UFRJ de não repasar recursos financeiros como a prevenção de incêndios e infraestrutura. Além disso, estas mesmas pessoas acusam partidos de esquerda, já que segundo o que eles dizem,  foram beneficados como a contratação de membros do partido dos trabalhadores ou de partidos comunistas. Como o senhor vê essas acusações?

R. Considero o incêndio criminoso, porque foi uma consequência direta do profundo corte de verbas para a Cultura e a Educação impostos pelo governo ilegítimo de Temer. Há um descaso do governo Temer com a Educação, a Cultura, a Memória, a Ciência, a Pesquisa, a História  e o Patrimônio do povo brasileiro. Não foi um acidente, uma fatalidade, porque foi causado por um projeto que, desde o golpe, vem destruindo o Brasil.

Assim, responsabilizo diretamente o governo Temer e os apoiadores da Emenda Constitucional 95, que congelou por 20 anos os investimentos da União; responsabilizamos ainda o governo federal pelo maior corte histórico de verbas destinadas ao Museu, reduzidas em 85%, neste ano de 2018; responsabilizamos também o governo do estado do Rio de Janeiro, pela inacreditável demora de mais de quatro horas para regularizar o fornecimento de água na área onde fica o prédio, prejudicando gravemente o combate ao incêndio.

A UFRJ também sofreu um corte de verbas brutal. Não repassou verbas porque  não  as recebeu. Em fevereiro, o reitor já alertava que não havia dinheiro para as necessidades mínimas, básicas do Museu.

Em relação às acusações mencionadas, só vi por parte do ministro ilegítimo da Cultura, que atua aberta e irresponsavelmente pela privatização dos museus, e de apoiadores do golpe. Tudo sem provas e sem qualquer base. O ministro, inclusive, demonstrou total desconhecimento sobre o papel do Museu Nacional como centro de estudo, formação acadêmica e pesquisa de relevância internacional.  Uma vergonha.

      BC:    Como o senhor vê o desmonte da cultura no Rio de Janeiro?

R: Esse desmonte, que está acontecendo no Rio e no Brasil, é extremamente grave. A Cultura é a base de identidade do povo. Não está restrita à expressão artística, mas é o conjunto de expressão de uma Nação – é a língua, a arte, a culinária, a literatura culta e popular, o artesanato, as diversas manifestações e festas populares. Quando se ataca a Cultura, se ataca a essência  do povo. E isso é gravíssimo.

BC:  Se eleito deputado federal, quais são seus projetos para a cultura do nosso Estado?

R: Tenho uma agenda de compromissos definida em conjunto com agentes, produtores e artistas. E uma agenda nacional, que, com certeza, beneficiará o Rio.  Os principais pontos são:

• Defesa de 1% do Orçamento da União para a Cultura;
• Criação de um novo modelo de fomento, democrático, desburocratizado e descentralizado, livre de critérios de marketing e que inclua projetos de agentes culturais e artistas iniciantes;
• Revisão urgente do programa de fomento ao audiovisual lançado este ano pelo governo golpista e que, na prática, barra novos realizadores, em favorecimento aos grandes produtores;
• Inclusão das iniciativas de cultura urbana nos projetos de fomento;
• Proposição de Lei do Artista de Rua para vigorar em todo território nacional;
• Desapropriação de imóveis abandonados da União, comprovados cinco anos de inatividade e estado de abandono, para abrigo de projetos culturais;
• Revitalização e desburocratização dos Pontos de Cultura;
• Desenvolvimento de projeto visando à inserção de artistas e agentes culturais no regime previdenciário e assistencial da União, considerando as características dessa atividade, quase sempre de contratos intermitentes;
• Democratização do acesso do público brasileiro à produção fomentada com recursos públicos.
• Retomada das políticas para o patrimônio e museus, dotando o IPHAN e o IBRAM de condições para que conduzam iniciativas amplas e diversificadas de proteção e promoção do patrimônio cultural e de fortalecimento da política nacional de museus.

BC Vejo que algumas companhias de teatro apoiam o senhor, como é ser apoiado por esses grupos?

R. Acredito que esse apoio é fruto de uma estreita relação que sempre mantivemos em meus mandatos na Câmara Municipal. Juntos, temos construído projetos, atos, debates, propostas. A Lei do Artista de Rua é um exemplo do que fizemos juntos; foi criada e sempre defendida por artistas públicos e grupos como o Tá na Rua, do querido Amir Haddad. Realmente, estamos juntos nessa luta há muitos anos, mais de uma década! Fico muito feliz com esse apoio.

BC:  Uma pergunta importante sobre teatros, Você tem frequentado os teatros cariocas? O senhor gosta de teatro?

R: Claro que gosto, mas tenho frequentado muito menos do que gostaria, a militância política toma muito o tempo da gente, especialmente nesse período de campanha. Acho que o último espetáculo que consegui ir foi o Marx baixou em mim, do Jitman Vibranovski.

BC: Você gostaria de dar uma mesagem para nossos leitores da Bauhaus Cultural?

R: A luta em defesa da Cultura não é supérflua, como alguns acreditam. Ela é essencial para a sociedade, porque a Cultura é a própria base da sociedade. É preciso que todos se unam em torno dessa luta. Vamos juntos.

AGRADECIMENTOS 


GOSTARIA DE AGRADECER AS ATRIZES SANDRA CALAÇA, MARIA RITA REZENDE(Foto) E CAMILLE DOS ANJOS POR TEREM ME AJUDADO A ENTRAR EM CONTATO COM O CANDIDATO. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

_Latência

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DUAS CIDADES E UMA PEÇA. ESTE É O ESPETÁCULO _LATÊNCIA.


Latência’ é um projeto que tem a integração como motor principal. Em tempos marcados pela xenofobia, um grupo multicultural formado por artistas e profissionais brasileiros, uruguaios e chilenos se reuniu para uma residência de 33 dias em Montevidéu, no Uruguai. No período, trabalhavam diariamente na construção de um espetáculo que nasceu para ser encenado em dois países simultaneamente.

Assim, ‘Latência’ terá todas as suas sessões em dois palcos, no Teatro Poeira (Rio de Janeiro) e no Teatro El Galpón (Montevidéu),quando as atrizes Leonor Chavarria, no Uruguai, e Florencia Santangelo, no Brasil, vão contracenar através de um dispositivo cênico criado com câmeras e projeções ao vivo em vídeo. A peça faz parte do Festival Iberoamericano de Teatro de Montevidéu.

As Atrizes que fazem este espetáculo são Florencia Santágelo (Atriz uruguaia que mora no Rio de Janeiro) e Leonor Chavarría (atriz que mora em Montevidéu). Ambas são irmãs. Elas contam histórias da infância, mostram fotos antigas e contam histórias ficcionais ou reais. O legal desta peça é que ela é bastante interativa. Vocês podem interagir com o público que esta em Montevidéu. Uma experiência sensacional. 

A direção é de Patrícia Mallarini e o texto é de Eber Inácio. 

Se você quiser ver a peça preste bastante atenção

RIO DE JANEIRO




Teatro Poeira

Rua João Batista 104, Botafogo. 


MONTEVIDÉU



Instituto Teatral El Gapón

Calle 18 de Julio 1618. Montevideo 

Os dias são de 18 de setembro a 3 de outubro. Sempre às terças e quartas. 21 horas. 

Carta a todos los uruguaios


A Todos mi amigos de Uruguay. Ustedes non pueden dejar de ver Latência. Es un trabajo hermoso. Florencia Santángelo e Leonor Chavarría son duas actrices talentosas. Se va a Montevideo, va ver Latência. Creo que va gustar mucho do espectáculo 

HASTA PRONTO

RODRIGO GALLO



terça-feira, 18 de setembro de 2018

ENTREVISTA COM O CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL SÉRGIO WEYDT



ENTREVISTA COM O CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL SÉRGIO WEYDT

Filiado ao PSL, O Candidato a Deputado Federal Sérgio Weydt é o primeiro a ser entrevistado pela Bauhaus Cultural. Ele é Oficial da Reserva da Força Aérea Brasileira, onde fez sua carreira militar. Mesmo sendo um blog apolítico e cultural, ele concordou em ceder esta entrevista para mim.

1. Você é do mesmo partido do candidato Jair Bolsonaro. Em seu discurso, o presidenciável disse que iria acabar com os Ministérios da Cultura e da Educação. Como o senhor vê isso?

R1 – O objetivo do candidato é melhorar o desempenho da máquina pública, aglutinando atividades afins, reduzindo despesas e evitando o desperdício.
Ele não vai atuar apenas nos Ministérios da Cultura e Educação, mas em todos os Ministérios que possam ter suas atividades aperfeiçoadas.
Especificamente, em relação à cultura, o novo Governo continuará dando a mesma importância que sempre mereceu. Aliás, As Forças Armadas são exemplo de instituições que preservam e incentivam a manutenção e diversificação da cultura brasileira. Não há porque preocupar-se.

2. O que o senhor se define um candidato de direita ou de extrema direita e por quê?

R2 -  Defendemos um estado mínimo e eficiente, que não desperdice os reduzidos recursos disponíveis; a redução da carga tributária e da excessiva regulamentação que penaliza as empresas brasileiras, gerando o famigerado custo Brasil e reduzindo a competitividade de nossas empresas; defendemos o respeito às crenças religiosas e a família como elo essencial para a formação do caráter dos indivíduos. Essas são algumas das minhas posições principais, sem me preocupar com as definições tradicionais de direita e esquerda.

3. Você gosta do Cinema Brasileiro?

R3 - O cinema brasileiro é rico em criatividade e oferece uma variedade de obras que retrata uma identidade própria, sem a necessidade de recorrer ao uso excessivo de tecnologia, como ocorre em outros países. Tenho orgulho do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Classe Artística. Temos inúmeras comprovações desse ótimo trabalho que vem sendo desenvolvido, com o destaque internacional de nossos artistas, diretores e suas obras.

4. Quais são seus projetos para a Gestão Cultural?

R4 – Da mesma forma que as demais áreas do governo, a área cultural também deve ser gerida por pessoas com grande experiência e reconhecimento da categoria.
Nos últimos anos, infelizmente, a aplicação de recursos do governo destinados à divulgação e ao aprimoramento da cultura tem sido severamente influenciado pelo viés ideológico, beneficiando obras e artistas que não necessariamente representam o verdadeiro espírito da arte, assim como, propiciaram o subsídio de obras e artistas que não se enquadravam no objetivo principal da lei Rouanet. Isto precisa ser melhor avaliado, de forma que artistas que realmente necessitam do apoio do governo sejam contemplados.
A cultura deve ser incentivada em programas permanentes que visem despertar o interesse de toda a população, desde os jovens até os mais idosos.

5. Você acredita que o corte de verbas da saúde, educação e Cultura vai melhorar o Brasil?

R5 - O que vai melhorar o Brasil não são cortes específicos em uma ou outra área, principalmente nessas citadas, que são importantíssimas.
O Brasil necessita, urgentemente, de uma ampla reforma fiscal , que somente ocorrerá com um congresso responsável e que esteja disposto a rever a Constituição e organizar o orçamento geral da União de acordo com prioridades que realmente atendam às demandas da sociedade.
Os próximos governos deverão ter a coragem necessária para enfrentar os problemas crescentes e inadiáveis - a gigantesca dívida interna, os péssimos serviços prestados pelo Estado, a própria crise de financiamento do Estado e a falta de projetos de Estado para o desenvolvimento a médio e longo prazos, que inviabilizam um processo de desenvolvimento econômico e social sustentável.
Nosso orçamento se tornou uma peça de ficção científica, não traduzindo a realidade das políticas e dos gastos públicos.
Enquanto não tivermos um governo que disposto a enfrentar esses problemas de frente, estaremos fadados a constantes “pedaladas fiscais”, que tornarão o Estado brasileiro ingovernável.

6. Você quer deixar uma mensagem aos leitores da Bauhaus Cultural?

R6 - O atual modelo político do Brasil está esgotado. O “toma lá da cá” nos levou a um abismo quase irrecuperável, onde os governantes estão reféns de mesquinhas trocas de interesses.
O novo governo será composto por pessoas descompromissadas com a política e que serão  escolhidas exclusivamente pela meritocracia - sólida formação acadêmica, reconhecida capacidade e competência administrativa e de gestão, com o objetivo de conduzir o Brasil ao merecido lugar no concerto das nações.
A cultura terá à frente pessoas de altíssimo quilate e novos horizontes surgirão para todos os brasileiros... esse é o resumo do governo trazido pelo nosso candidato, Jair Bolsonaro.

AGRADECIMENTOS


Novamente, pude contar com a ajuda da atriz e diretora Rosa Soahre. Desde já agradeço sua ajuda para a realização da entrevista

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Antígona, uma tragédia humana

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Um grupo de jovens atores liderados pela eterna musa do Zorra Total, Luciana Coutinho. No último fim de  semana passada, vi este grupo talentoso chamado Cia Sonho Cultural apresentar a peça Antígona de Sófocles. Eles fizeram uma peça bastante interessante onde se começa fazendo um pequeno resumo da peça Édipo Rei. Logo a seguir, Antígona é apresentada. No meio do espetáculo, um jovem ator vestindo paletó fala sobre curiosidades sobre a peça escrita a milhões de anos (Antes de Cristo).

Luciana Coutinho não para por aqui. ela irá reestrear a peça Solidão, que Nada em breve na Barra da Tijuca. O espetáculo estava em cartaz no Teatro da Cândido Mendes.

ESPERO VER A PEÇA!

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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Falta de solução para o assassinato de Marielle é inadmissível e o caso não pode ficar impune | Anistia Internacional

Falta de solução para o assassinato de Marielle é inadmissível e o caso não pode ficar impune | Anistia Internacional: Mobilização em todo o mundo cobra Estado brasileiro por falhar na investigação adequada do assassinato de Marielle Franco


Nada foi esclarecido no caso da Vereadora Marielle Franco. Passaram seis meses do ocorrido! 6 MESES! Para juntar forças, a Anistia Internacional esta fazendo um abaixo assinado para que as investigações desse assassinato brutal continuem. O povo quer saber quem matou Marielle. O povo quer saber e pede justiça.



Se voce pensa como eu, assine o abaixo assinado da Anistia Internacional. 

https://anistia.org.br/entre-em-acao/email/acao-urgente-justica-para-marielle/