quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Eleições 2026: entrevista com a candidata a Deputada Estadual Fabíola Rodrigues

 




Continuando o ciclo de entrevistas a candidatos a cargos públicos, A Bauhaus Cultural entrevista a 2a Candidata a Deputada Estadual. Seu nome é Fabíola Rodrigues do PSOL/RJ



BC: Para aqueles que não te conhecem, fale um pouco sobre você
FR: Sou Fabíola Rodrigues, mãe, artista e educadora. Nascida e criada em Itatiaia, berço do primeiro
Parque de Reserva Nacional do país. Formada em Direção Teatral peça UFRJ, Pós-graduada em
Psicopedagogia e recém formada em Pedagogia pela UERJ. Integrante de Os Ciclomáticos cia de
teatro, como atriz e dramaturga. Fui e sou voluntária de entidades e instituições não
governamentais, trabalhando em projetos de inclusão social e cultural para a juventude. Fiz parte do
conselho do FUNDEB, e suplente do Conselho do Meio Ambiente Municipal, faço parte de grupos
e movimentos locais de mulheres, bem como de movimentos ambientalistas como o Fórum Popular
da Natureza Sul Fluminense e co-fundadora do Núcleo Ecossossialista da Mantiqueira. Sou ecofeminista, pois reconheço o cuidado e o trabalho da mulher como centro da teia social, que rege as
forças de trabalho e produção. Defendo o reconhecimento de uma realidade histórica de
protagonismo feminino dentro das políticas públicas e relações de trabalho.

BC: Por que você é candidata a Deputada Estadual?
FR: Venho candidata porque acredito que a política deve ser feita de forma coletiva e com foco na
diversidade. Por isso meus objetivos estão nos territórios que muitas vezes ficam esquecidos. Quero
levar para a Assembleia Legislativa a voz do interior, das periferias, de todos os trabalhadores,
sejam da cultura, da educação ou do chão de fábrica.
Minha candidatura nasce também da compreensão de que não existe desenvolvimento de verdade
sem justiça social e ambiental. Quero contribuir para construir políticas públicas que valorizem as
pessoas, protejam nossos territórios, tragam oportunidades para a juventude e reconheçam a cultura
como um direito e como uma importante ferramenta de transformação social.

BC: Quais são seus planos para a área cultural caso seja eleita?
FR: Defendo uma política cultural descentralizada, fazendo com que os recursos e as oportunidades não
fiquem concentrados apenas na capital e nas grandes cidades. Garantir a equidade nos fomentos e
editais culturais. Afinal cada região tem suas peculiaridades e dificuldades, generalizar os recursos
não promove o desenvolvimento igualitário.
Sendo eleita pretendo trabalhar pelo fortalecimento dos trabalhadores da cultura, dos artistas,
produtores, técnicos, coletivos e espaços culturais, além de incentivar a formação e a participação
da juventude.
Também vou lutar por editais mais acessíveis, formação em gestão e produção cultural. Valorização
da cultura popular e tradicional e maior integração entre cultura, educação e meio ambiente.
Promover o diálogo entre estado e município no mapeamento de coletivos e grupos culturais afim
de identificar as necessidades de cada região.
A cultura não pode ser vista apenas como entretenimento. Ela gera trabalho, movimenta a
economia, preserva nossa memória e ajuda a transformar a realidade.

BC: Quais são suas metas caso seja eleita?
FR: Minha primeira meta é manter o diálogo permanente com a população e com os movimentos
sociais. Criar núcleos regionais de escuta em todo o estado.
Estabelecer parceria com os municípios, para criar projetos de lei e fiscalizar programas que
incentivem turismo sustentável, cultura identitária, capacitação educacional, promovendo o bem
estar e desenvolvimento regional com consciência ambiental e justiça de gênero. Resgatar as
manifestações de cultura popular para que nossa história e nossas raízes sejam preservadas.
Reformular leis que se baseiam em coeficientes populacionais em detrimento a índices e pesquisas
de levantamento de reais demandas. Fortalecer assim a presença do interior na política estadual.
O Rio de Janeiro não se encerra na Região Metropolitana. Precisamos olhar para cada território,
entender suas necessidades e construir políticas públicas a partir dessa realidade.

BC: Uma mensagem para a Bauhaus Cultural
FR: Quero antes de tudo, agradecer a oportunidade de expor aqui minhas pautas. Parabenizar à Bauhaus Cultural, por acreditar na cultura e por criar espaços para que artistas, produtores e trabalhadores possam mostrar seus projetos e se encontrar.
A cultura precisa de espaços como esse: espaços de difusão, diálogo e resistência. Aproveito aqui
para divulgar meu trabalho como atriz. Estarei em temporada no Teatro SESI Graça Aranha do dia
03/09 ao dia 04/10 com os espetáculos de repertório da cia em comemoração dos 30 anos dos
Ciclomáticos. Espero continuar construindo juntos uma política que reconheça o artista como um trabalhador cultural e compreenda que investir em cultura é investir nas pessoas, na nossa identidade e no futuro. Contem comigo nessa construção. A cultura transforma, a arte aproxima e também faz a gente
imaginar o mundo que queremos construir


quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Vem aí: O Festival Curta Catete

 


Isso mesmo, que vocês estão lendo. A Bauhaus Cultural, em a parceria com a Pano Azul Produções, para fazer o Primeiro Festival de Curtas este ano. A princípio serão 3 curtas por dia com direito a show. O primeiro dia, os filmes O Cometa Galileu e Meu Encontro com Jack Frost serão exibidos! 





O local é o Colégio Pinheiro Guimarães localizado na Rua Silveira Martins 151, Catete onde os filmes serão exibidos no Teatro da Instituição com capacidade para 70 pessoas. Ele é um Palco Italiano muito bonito e sem dúvida, vocês irão se apaixonar por ele. 



AGUARDEM!!!!

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Homenageado do mês de setembro: Gigante Léo

 


O poderoso aí do meu lado é o Gigante Léo. Ele é o homenageado da Bauhaus Cultural este mês. No último sábado, ele ao lado de Mateus Mad e Luiz Felipe Martins, fizeram um ótimo Show de Improvisação na Casa de Comédia Carioca. O Formato foi o mesmo que assisti dias atrás. Os humoristas pegavam coisas que a plateia trazia como sonhos, amigos, relacionamentos, profissões e muitas outras coisas. Daí, surgia o espetáculo. Foram momentos de muita gargalhada que fez qualquer um sair do sério. 

Atuou em vários filmes e é figura fácil nas esquetes de humor do Porta do Fundos. Pelo conjunto da obra, ele mereceu este post. PS: Não é a toa que ele é gigante.

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Selvagem

 


Uma mulher em busca de um sentido na vida. Infeliz no seu casamento, ela parte para uma viagem ao Sudão do Sul, um país mergulhado em uma Guerra Civil. Nossa heroína é uma médica obstetra que se junta ao Médico sem Fronteiras e conhece outros médicos de diferentes nacionalidades, incluindo Nino, um médico o qual ela vai se apaixonar. 

Esta história se chama Selvagem que é inspirado em um livro de Marília Passos. A própria autora faz a adaptação para os palcos. A atriz Gabriela Rosas dá corpo a protagonista e a direção é de Fernando Philbert. 

Os crimes de guerra em que ela vê seus companheiros e  pacientes sofrerem  como estupro e assassinato são coisas terríveis e que não consigo me expressar em palavras. Este monólogo é algo que vai muito além de nossa compreensão. O homem está disposto a fazer coisas terríveis porém ajudar o próximo é algo que faz com que toda a humanidade veja uma luz no fim do túnel mesmo com tantos horrores em volta. 

ANOTE AÍ: 

Selvagem
Temporada: de 13 de agosto a 4 de setembro de 2026
Dias e horários: quintas e sextas-feiras, às 20h
Teatro Gláucio Gill: Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana, Rio de Janeiro.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)

Lotação: 150 pessoas
Duração: 1h15

Venda online:  https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821/d12b0ee9d8da9ba53449e7d1b32251d68c7a5940 

Classificação: 14 anos